O cidadão não fala “cartorês”: atendimento também é saber traduzir

O cidadão nem sempre conhece o nome técnico do serviço que precisa, e isso não deveria ser uma barreira no atendimento. No Dia do Cliente, o artigo propõe uma reflexão sobre como a linguagem usada pela serventia pode aproximar ou afastar quem busca orientação. Atender bem também é compreender a necessidade antes de corrigir a forma como ela foi expressa.

A psicologia da clareza: por que uma explicação tecnicamente correta ainda pode confundir o cidadão

Em um cartório, uma resposta pode estar juridicamente correta e ainda assim não ajudar quem a recebe. Isso acontece quando a explicação parte do vocabulário interno da serventia, e não da dúvida que levou o cidadão até o balcão. A data do Dia do Psicólogo inspira uma conversa sobre escuta e compreensão, sem transformar atendimento em terapia.